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Gênnesys

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Gênnesys

ATENÇÃO POVO DE DEUS!!! BANDA GENNESYS MUDOU DE NOME POR MOTIVOS AUTORAIS BANDA GENNESYS AGORA É ATHOS ETERNOS E TAMBEM PODE SER ENCONTRADA AQUI NO PALCO MP3 OU PELO LINK: http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/athoseternos/


Capa do cd JesustraçãoSem Legenda

Blog

Terça, 27 de maio de 2008

Pois é gente!

em 30 dias essa pagina será excluida

agora Banda Gennesys se chama banda ATHOS ETERNOS

continuem nos acessando em (tem + 1 musica nova la):

clica aqui!!

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ATHOS ETERNOS

Postado por Igor p. às 09:15 horas
Quinta, 15 de maio de 2008

Release das musicas

Age poder - Musica do alagoano cazú.

Nosso General - Versão da musica que ganhou fama com o pe. Marcelo Rossi.

Espirito - Tambem uma versão do pe Marcelo Rossi,o que se destaca é o peso que demostra a forte influencia do white metal.

Seu amor é demais - Tambem do Cazú possui uma levada mais pop.

Do alto da pedra - Rosa de Saron, uma parte do nosso ensaio.

Onde esta teu irmão? - Walmir Alencar - Uma das musicas mais belas, na versão de ensaio,onde so cantamso a primeira parte(Rick esqueceu de levar a letra).

Nosso General - Mesma musica do cd em versão de ensaio.

Ninguem te ama com eu - Eugenio Jorge, Tambem uma belissima musica em que colocamos um pouco mais de felling.

Esta previsto para dezembro o lançamento do nosso primeiro cd profissa, Se Deus quizer.

Guigo PereirA

=]

Postado por Igor p. às 09:21 horas
Terça, 06 de maio de 2008

Nesses tempos em que a musica anda tão afastada de seu proposito (louvar a Deus)

Li uma frase num livro do Umberto eco (O nome da Rosa) em que traduz o atual nosso atual sentimento em relação a musica secular:

"... O mundo inteiro caminha de cabeça para baixo, cegos conduzem cegos e os fazem precipitar-se nos abismos, os passaros se lançam antes de alçar voo, o asno tocam lira os bois dançam!!! ... "

O caos generalizado em que se põe a musica hoje em dia a transforma em agente do mal e arrasta multidões ao fundo do poço do qual emana.

As musicas atuais se traduzem por dum-dum-dum-tem-tem-a-a-a-e-e-e-e-o0o0o,vogais

e nada mais, perdeu-se a poesia, perdeu-se a melodia, sobram palavrões, todas retratam um amor perdido ou o amor que não se pode conquistar, Santo Deus!! sera que são surdos a imundice?? a pornografia??! a todo esse lixo??

A musica Cristã é a unica que canta o maior amor que o universo ja viu, o de um Deus que entrega seu unico filho por nos, musica secular nenhuma vai conseguir tocar um coração tão fundo quanto uma musica a Deus,porque a musica é um dom e todo dom provem dele.

Onde buscar a saida?

Nesse mesmo eco que acaba de surgir em sua cabeça: trazer a musica a pureza perdida outrora... essa é nossa missão... esse é nosso destino e nossa vida.

Guigo Pereira

Banda GênnesyS

Postado por Igor p. às 15:32 horas
Quinta, 01 de maio de 2008

Em tempos de crise religiosa e eclesiástica - principalmente quando ela atinge as mais altas autoridades da Igreja - é normal aparecerem duas tentações opostas.

A primeira - e a mais grave - é a de revolta contra a autoridade do Papa, que pode levar ao cisma e à heresia.

A segunda - mais sutil - é a de, por respeito à autoridade, aceitar em silêncio os erros, ou fechar os olhos para os pecados de escândalo em que a autoridade possa a vir a incorrer.

No fim da Idade Média e no Renascimento, por exemplo, muitos católicos caíram na primeira tentação, aderindo a inúmeras seitas heréticas. Lutero e a Reforma - hoje tão louvados - levaram ao ápice essa revolta, ao atacarem o próprio papado, sob o pretexto de que havia corrupção em Roma, e muitos Papas daquele tempo eram conhecidos por sua vida escandalosa. Os heresiarcas confundiam a pessoa que estava no sólio de Pedro com o Papado em si mesmo.

Tantos foram os inegáveis escândalos de alguns papas desse tempo que entre os teólogos mais importantes se estudou, de novo, a possibilidade de um Papa cair em heresia enquanto pessoa particular, embora nunca enquanto Papa, exercendo o seu ministério "ex-cathedra". São Roberto Belarmino, o grande Doutor da Igreja nessa época, foi um desses teólogos.

O Concílio Vaticano I - realizado em 1870 - proclamou o dogma da infalibilidade papal, estabelecendo que, quando o Papa ensina "ex-cathedra", isto é, como Vigário de Cristo, com o poder dado por Nosso Senhor a São Pedro, ensinando toda a Igreja sobre questões de Fé ou de Moral, com a vontade explícita de definir uma doutrina e condenando a sentença oposta, o Papa é infalível.

Esse dogma da infalibilidade do Papa - ao qual aderimos do mais profundo de nossas almas - é a garantia de que a Igreja jamais errará. O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, ao dar as chaves a Pedro, lhe disse: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. E Eu te darei as chaves do Reino dos céus. Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra, será desligado no céu. E as portas do Inferno não prevalecerão contra ti" ( Mt. XVI, ).

É sobre essas palavras santíssimas de Nosso Senhor que a Igreja se baseou para proclamar a infalibilidade papal. É nisto que se fundamenta a devoção que todo católico deve ter pelo Papa, seja ele quem for.

Os inimigos da Igreja sempre quiseram criar confusões acerca desse ponto, ora atribuindo ao Papa enquanto tal, e à Igreja, os pecados em que um Papa pode cair como pessoa particular, ora estendendo a infalibilidade a qualquer ação do Supremo Pontífice.

O Papa é infalível como supremo mestre da Igreja, ao se pronunciar "ex-cathedra", mas isso não o torna impecável pessoalmente. Ao querer confundir infalibilidade com impecabilidade, os inimigos da Santa Sé buscam minar a devoção e a fé que se deve ter na infalibilidade pontifícia.

Ao pretender estender a infalibilidade a qualquer ação, discurso ou atitude do Papa, leva-se os fiéis a cair num erro que os porá em grave tentação, quando lhes ficar patente que o Papa - como pessoa particular - errou ou pecou.

Não se deve rejeitar a infalibilidade do Sumo Pontífice por causa de seus possíveis pecados ou erros pessoais, nem negar suas possíveis faltas morais por causa do brilho do carisma infalível de sucessor de Pedro,. Quanto ao Sumo Pontífice, pois, é preciso sempre ter em mente que ele continua infalível enquanto Papa, mesmo quando pecador enquanto homem, e que ele permanece um homem possivelmente pecador e falível, mesmo sendo Pontífice infalível quando fala "ex cathedra".

Para ilustrar o que dizemos, convém lembrar como agiu S. João Bosco no início do pontificado de Pio IX. Como se sabe, o Papa do incomparável Syllabus, o Papa da Imaculada Conceição, o Papa que proclamou o dogma da infalibilidade pontifícia teve, no início de seu pontificado, atitudes que muito favoreceram os liberais. Ele anistiou os terrorristas e carbonários presos nos Estados da Igreja, deu uma constituição liberal para esses Estados, nomeou um primeiro ministro liberal; enfim ajudou tanto os revolucionários que Roma se tornou o refúgio de anarquistas, carbonários e revolucionários de todas as gamas e de todos os tipos. Por isso, a Maçonaria fazia gritar pelas ruas das cidades italianas e por todo o mundo: "Viva Pio IX !".

São João Bosco, que vivia então em Turim, ordenou a seus alunos que jamais gritassem "Viva Pio IX" e sim "Viva o Papa !" . Com isso, D. Bosco desfazia a manobra carbonária. Devemos gritar sempre "Viva o Papa", pouco importando o nome daquele que está no trono de Pedro. Seja ele santo ou pecador, devemos manter ao Papa, "doce Cristo na terra", como dizia Santa Catarina de Siena, nossa devoção filial e nossa fidelidade a tudo o que ele ensina, como legítimo sucessor de Pedro e com o poder das chaves.

Hoje a compreensão desses princípios é muito necessária, pois somos ameaçados por dois erros opostos com relação ao Papa: o sede-vacantismo e o infalibilismo universal.

Nós rejeitamos a ambos.

Há quem afirme que os últimos Papas, por sua adesão aos erros do Vaticano II - Concílio meramente pastoral e não dogmático, portanto falível e que, por isso, ninguém está obrigado a aceitar - teriam perdido o pontificado. Tese temerária, aventureira e imprudente, pois até hoje ninguém a demonstrou com provas claras e irrefutáveis. Essa tese põe os fiéis à beira do cisma, senão dentro dele.

De outro lado, os modernistas e progressistas, que viram suas idéias errôneas triunfarem no Vaticano II, procuram impingir aos fiéis católicos esses erros do último Concílio, como se fossem dogmas de Fé, o que é absolutamente falso.

Mais ainda, os defensores do infalibilismo absoluto e universal do Papa procuram fazer com que os católicos julguem qualquer discurso do Papa - até mesmo um simples discurso de acolhida de turistas - como se fosse um dogma de fé, nivelando um texto pastoral, ou um discurso de cortesia, aos pronunciamentos "ex-cathedra". Isso também nós não podemos aceitar.

Por exemplo, a famosa jornada de orações pela paz, realizada em Assis por João Paulo II, em 1986, se opôs frontalmente a tudo o que a Igreja sempre ensinou quando, em reiterados pronunciamentos dos Papas, condenou o intercofessionalismo e o indiferentismo. Tal jornada é inaceitável.

O Papa, não é demais repetir, só é infalível quando ensina "ex-cathedra", ou quando repete os ensinamentos de todos os Papas anteriores (Magistério Ordinário Universal). Fora disso, pode errar. Por isso, é legítimo rejeitar os erros do Concílio Vaticano II e tudo o que se tem feito com base neles, na medida em que contrariam os ensinamentos de todos os Papas anteriores.

Ter devoção ao Papa é dever de todo católico. Mas o próprio Papa reinante deve ter devoção ao Papado. Também João Paulo II tem obrigação de aceitar tudo o que os Papas anteriores a ele ensinaram "ex- cathedra".

É, pois, com verdadeira devoção católica à Cátedra de Pedro que exclamamos de toda nossa alma "Viva o Papa ! ", qualquer que ele seja.

Um dia, Cristo perguntou aos apóstolos: "Quem dizem os homens que eu sou ?" Os apóstolos responderam : "Uns dizem que és Elias, outros dizem que és João Batista que voltou ". E Cristo ainda: "E vós quem dizeis que eu sou ? ". Eles se calaram, não sabendo o que dizer.

Não sabiam o que dizer, após terem visto tantos milagres. Não sabiam o que dizer, após terem ouvido tantas verdades.

Até que S. Pedro proclamou: "Tu és o Cristo, filho de Deus vivo!"

Hoje, Deus nos pergunta: Que dizem os homens que é o Papa? E alguns respondem que ele é um homem comum, outros - hereges - ultrajam-no, dizendo-o o anticristo.

E nós, quem dizemos que é o Papa?

Ele é Pedro redivivo. Ele é, de fato, plenamente, "o doce Cristo na terra". Com Santa Catarina de Siena repetimos essa afirmação tão doce ao nosso coração de católicos, tão cheia de verdade, dessa Verdade que, desde o batismo, é a luz de nossas almas e de nossas vidas.

Sim, nós temos certeza. Nós, católicos, somos filhos da certeza. E com a certeza que nos dá a palavra de Cristo e o dogma da infalibilidade papal, firmes sobre a pedra, nós dizemos com toda força de nossas almas: o Papa é Pedro reinando em Roma. O Papa é o vigário de Cristo. E quando esse século maldito nos interroga com sua boca atéia ou com sua língua progressista; quando ele, sorrindo irônico, duvida de nossa fé; quando nos ameaça e nos interroga, dizendo: "E quem é o Papa ? " , com ufania lhe respondemos que ele é nosso Pai na Fé.

Depois de séculos de santidade gerada pela Igreja e por sua doutrina, infalivelmente repetida pelos papas de todos os tempos; após dois mil anos de milagres, como não saber responder a esta pergunta que o mundo, hoje, nos faz com insolência: "E quem é o Papa? " O Papa é a Rocha sobre a qual Nosso Senhor edificou a sua Igreja.

E quando esse século subjetivista e evolucionista, que de cada pseudo-cientista ou de cada guru faz um "papa" infalível, repele os Papas do passado porque pensa que tudo evolui, nós lhe respondemos que passarão os céus e a terra, mas as palavras do Papa, falando "ex-cathedra" jamais passarão.

Disse um poeta, que é fácil acreditar na luz, ao meio dia. Difícil é crer no sol, à meia noite.

Era fácil acreditar e ter verdadeira devoção ao Papa, quando em Roma reinavam São Gregório VII, Pio IX ou São Pio X. Difícil foi manter a verdadeira fidelidade e a verdadeira devoção ao Papa, em Avignon, ou no tempo do Grande Cisma do Ocidente, ou na corte de Roma renascentista.

Difícil ainda mais é manter fidelidade à Igreja e a verdadeira devoção ao Papa, nestes dias de trevas, durante o eclipse do sol católico, causado pelo Vaticano II.

É pois em meios às trevas modernistas do Vaticano II, odiados e incompreendidos pelos que erram à esquerda, e mesmo à direita, que proclamamos com Fé: Nós cremos na Igreja Una, Católica Apostólica e Romana. Nós cremos no Papa! Viva o Papa ! Viva o Papa, doce, doce Cristo na terra.

Orlando Fedeli - "Viva o Papa!"

MONTFORT Associação Cultural

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=vivaopapa&lang=bra

Online, 01/05/2008 às 09:12h

Postado por Igor p. às 09:16 horas

A doutrina da Igreja sobre o diálogo inter-religioso

Pe. João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa

Em nossos dias é comum ouvir falar de diálogo inter-religioso, como se fosse um imperativo do Evangelho a Igreja abrir-se ao mundo para entrar em contato com todas as religiões e correntes ideológicas, sempre com o propósito de servir a humanidade e tornar a vida aqui na terra menos dura.

Dizem os adeptos do diálogo inter-religioso que entre os sérios problemas da atualidade que a Igreja poderia ajudar a resolver irmanada com as várias "religiões e filosofias da humanidade" estão o problema da paz, da "discriminação", da "intolerância" e da "exclusão das minorias".

Como se vê, é uma visão completamente humanista, antropocêntrica, utópica, que sonha com um paraíso na terra, que não vê a religião como uma virtude moral que tem por objeto o culto devido a Deus. É uma visão que, por princípio, desvirtua a religião, desligando-a do problema da salvação da alma.

Santo Tomás de Aquino na Suma Teológica, na primeira questão do tratado da virtude da religião, pergunta se a religião ordena o homem exclusivamente a Deus e é categórico, taxativo, na resposta afirmativa. E respondendo à objeção baseada na epístola de São Tiago (a religião pura e imaculada aos olhos de Deus Pai é visitar os órfãos e as viúvas em suas tribulações e conservar-se incorrupto neste século), diz que a religião tem duas espécies de atos: uns são atos próprios e imediatos pelos quais o homem se ordena só a Deus, tais como sacrifícios, adoração etc; outros atos da religião são praticados mediante outras virtudes sobre os quais a virtude da religião impera ordenando-os ao serviço divino. (Cf. Suma Teológica, IIª IIªe. q.81, a. 1)

Para São Tomás, portanto, a verdadeira virtude da religião é incompatível com uma visão humanista em que o homem esteja no centro de tudo. Para ele, é inadmissível uma frase muito em voga "o homem é a estrada da Igreja", como se a Igreja devesse ouvir sempre as aspirações e caprichos do homem que quer ser a sua própria lei ou transformar a religião numa espécie de terapia em que o culto divino se converteria em sessão de cura dos males da mente e do corpo, em que o pecado seria reduzido a mera doença que aflige apenas o homem mas não ofende a Deus. Enfim, uma religião que consola o homem mas se esquece de Deus. Para Santo Tomás, mediante a virtude da religião, todas as atividades humanas, por mais seculares que sejam, de alguma forma se ordenam à glória de Deus e à salvação das almas. É inconcebível uma ação filantrópica que faça abstração do fim último. É inconcebível que a Igreja trabalhe para o bem do mundo, como a ONU, relegando a segundo plano sua missão própria.

Aliás, na exposição da virtude da religião, São Tomás simplesmente desenvolve com argumentos filosóficos e teológicos aquilo que o simples bom senso diz e já tinha sido explanado pelos clássicos e pelos padres da Igreja. Por exemplo, Santo Agostinho diz: o homem bom usa das coisas da terra para gozar de Deus, o iníquo serve-se de Deus para gozar dos bens da terra.

Por isso, o propalado diálogo inter-religioso só pode ser legítimo e justificado se se subordinar à missão específica da Igreja, i. e., a salvação da alma. A Igreja tem de ser corajosa aos olhos de todo o mundo ao afirmar-se solenemente como único e exclusivo meio de salvação disposto por Deus para todos o homens. Tem de ser corajosa e formular um juízo negativo sobre todas as religiões falsas, que, como tais, são antes um obstáculo para a salvação do que um meio para chegar à verdade, não obstante a boa fé e a ignorância invencível de muitos dos seus sequazes. A verdade é intolerante. O bem é exclusivista. Bonum ex integra causa, malum ex quocumque defectu, diz Santo Tomás. Não basta dizer que, apesar de deficientes, as grandes religiões da humanidade contêm elementos de verdade, defendem valores da ordem moral natural ou que há pontos de união entre a Igreja e as religiões falsas. O mal não pede a exclusão do bem, pede um lugar ao seu lado, dizia o pe. Dulac. Hoje, o mundo relativista e maçônico da ONU pede à Igreja que aceite a seu lado todas as religiões para construir um novo mundo, um mundo em que o homem ocupe o lugar de Deus ou invente um deus a serviço do Homem.

Por essa razão, com clarividência, o grande papa Gregório XVI, na encíclica Mirari vos (1832), diz: "Nosso Senhor Jesus Cristo enviou seus apóstolos para pregar e ensinar a todas as nações, ou seja, derrubar todas as religiões existentes, a fim de então estabelecer em toda a terra a única religião cristã e assim substituir todas as crenças dos diferentes povos pela unidade do dogma católico expresso na pregação Dele próprio. E prevendo, na sua presciência, os movimentos e divisões que sua doutrina iria incitar, Ele não se deteve e não permitiu concessões, mas declarou que tinha vindo ao mundo para trazer não a paz, mas a espada, a fim de separar o bem do mal e a verdade da mentira."

A conclusão só pode ser uma: um suposto diálogo inter-religioso honesto, sério, franco, útil não pode esconder a verdade fundamental: a Igreja trabalha para a conversão de todos os homens à única religião verdadeira, que é ela mesma, pois que fundada pelo Verbo Encarnado. Outro diálogo inter-religioso só pode ser um sofisma ou artifício da maçonaria para implantar a religião do Homem-deus.

Postado por Igor p. às 09:06 horas
Sexta, 11 de abril de 2008

A Banda Gênnesys agradece as pessoas que acessam esse nosso pequeno palco, estaremos em breve postando aqui composições próprias (só pra lembrar: "Espirito" e "Nosso General' são do Pe. Marcelo Rossi, "Age com Poder" é do grande musico catolico alagoano Cazú !!! RsRsRs), enquanto estamos mixando o nosso cd, preparando capa e estrategia de distrtibuição, tudo para oferececer um trabalho de ponta para maior glória de Deus.

Por isso pedimos que nos voltem a visitar, pois dentro de pouco tempo rechearemos esse espaço de musicas

=]

Fiquem com Deus

† Guigo

BANDA GÊNNESYS

Paz e Bem

Postado por Igor p. às 12:04 horas
Terça, 18 de março de 2008

coches de ocasion

coches de ocasion

Postado por Igor p. às 13:06 horas
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Comentários e Recados

Devotos em 13/07/2008Estância · SE

E aí galera que som de responça!! valeu pela visita no nosso palco, abraços da Banda Devotos de Cristo...

Allan California em 12/06/2008Estância · SE

E aí galera valew pelo o recado no nosso palco, um abraço da Banda Devotos de Cristo...

Allan California

Athos Eternos em 02/06/2008Maceió · AL

ATENÇÃO BANDA GENNESYS AGORA É ATHOS ETERNOS

ATENÇÃO BANDA GENNESYS AGORA É ATHOS ETERNOS

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Leandra em 29/04/2008Araras · SP

Parabéns pelo trabalho, em nome de Jesus Jovens eu profetizo que vocês sejam muito usados pela mãos de Deus.

amem.

Leandra Carlos

Leandra em 29/04/2008Araras · SP

Deus abençoe, mais um rock para Deus, o importante é levar nosso Deus, o resto Ele faz.

A paz a todos!

Leandra Carlos

www.palcomp3.com/leandra

GênnesyS em 08/04/2008Maceió · AL

É nois sob a mão do criador!!!

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